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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Polícia Civil ameaça paralisar as atividades no Estado

A Polícia Civil de Pernambuco ameaçou mais uma vez cruzar os braços a qualquer momento. O sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) afirmou, na tarde desta terça-feira (18), em entrevista à Rádio Jornal, que deverá paralisar todas as atividades pela sexta vez, apenas este ano. 


O vice-presidente do Sinpol, Rafael Cavalcanti, argumentou que já recorreu ao diálogo com o governo do Estado, no entanto, não obteve êxito em suas reuniões. "Buscamos mostrar a importância dos serviços investigativos prestados em Pernambuco, mas não funcionam como merece. Procuramos o diálogo com o governo do Estado para solucionar este problema, depois de seis reuniões e paradas, mas nenhuma sinalização e melhora nos quadros da Polícia Civil de Pernambuco", declarou em entrevista à Rádio.

Apesar do período de crise que atravessa o País, sobretudo, o Estado, Cavalcanti reconheceu a crise financeira e afirmou ainda que está disposto para outras reuniões, porém, o executivo estadual recusa resolver a circunstância.
O representante do sincato admite o aumento no número de casos de crime no Estado. "O povo não pode padecer porque o número de crimes  só aumenta. Infelizmente, não comemoramos o número da criminalidade, mas é uma realidade", lamentou.
Ele acrescentou, também, que o número de assalto a bancos aumentou, em virtude da marginalização em Pernambuco, com um salto de 300%, apenas nos seis primeiros meses do ano. "A criminalidade está vendo que a situação está frouxa. A polícia tem cota de combustível para rodar e, depois, a viatura tem que ficar parada. A polícia sequer tem colete à prova de bala. O bandido entende que a polícia é ineficiente, que não tem condições de prendê-lo". 
Segundo Cavalcanti, a quantia dos assaltos a ônibus cresceu 30%. Além do índice a roubo e furtos de veículos, que aumentou quase 70%, apenas este ano nos seis primeiros meses do ano. Ne10

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