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Garanhuns Bijuterias e Bianca Bijoux.

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GF Presentes e Variedades Vendas em Atacado e Varejo.

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Informamos que Simulador de direção é obrigatório para tirar CNH a partir de 12/12/2016.

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Rua do Ipiranga, 143 Boa Vista Garanhuns PE.

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Volte a Sorrir Garanhuns PE.

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Rua Joaquim Nabuco 33 Centro Garanhuns PE.

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sábado, 17 de outubro de 2015

GARANHUNS: FILIG DE 15 A 18 DE 2015



Segunda edição do Filig é aberta oficialmente
A abertura do evento foi realizada na noite de ontem (15), no auditório do Serviço Social do Comércio (Sesc)

A mesa de abertura contou com a participação do curador do festival, Luciano Pontes, da diretora da Proa Cultural, Camila Bandeira, da representante da Ferreira Costa, Thuany Ferreira, da secretária de Educação de Garanhuns, Janecélia Marins, do secretário de Governo, Wanderley Gomes, e do vereador Audálio Ramos Filho, representando a Câmara de Vereadores de Garanhuns.
  “Estamos felizes com o início de mais um festival que conta com a participação de renomados escritores e ilustradores. Também é importante destacar que o Filig não se resume a quatro dias de atividade. São várias as ações ao longo do ano com a proposta de incentivar a formação de leitores em Garanhuns”, afirmou Camila bandeira durante a abertura.

Acorda que o Filig começou
As atividades do Filig programadas para esta sexta-feira (16) iniciaram às 9h, com a abertura da feira de livros, no Pólo Fluviando (Pau Pombo)
 A segunda atividade do dia começou a partir das 10h. Foi a abertura da exposição Tom, de André Neves, considerado um dos mais renomados ilustradores de literatura infantil e juvenil da atualidade. A mostra, que é aberta ao público, no Pólo Caramiolas (Sesc Garanhuns) é consequência da obra Tom, publicada por André em 2012, e que traz como personagem central um menino com comportamentos relacionados ao autismo. O trabalho rendeu tantas imagens, que gerou uma exposição sensível e emocionante. Vale a pena conferir!

A partir das 14h, os convidados do Filig – Anabella López (ARG), Mariane Bigio (PE), Leo Cunha (MG) e André Neves (PE-RS) – ministrarão oficinas de ilustração e criação poética para o público infantil e adulto, no Pólo Caramiolas (Sesc Garanhuns).
 Ainda na tarde de sexta, no Pólo Fuviando (Pau Pombo), o público poderá participar de bate-papos com escritores Lenice Gomes(PE) e Rosinha(PE) e conferir o espetáculo “Disse Me Dança”, da Companhia Em Cena Arte e Cidadania (PE), às 17h, no Pólo Fuviando (Pau Pombo).
 As palestras e mesas-redondas do Festival serão realizadas sempre no turno da noite, no Pólo Curió(auditório Sete colinas do Sesc). A primeira palestra da noite terá a participação do espanhol Miguel Tanco, que atualmente trabalha como ilustrador em Milão (Itália) e já teve trabalhos publicados por editoras de vários países. Ele abordará o tema “A poesia em imagens sem fronteiras”. A noite da sexta terá ainda a mesa redonda “Ilustração – poéticas e visões da infância”, com a escritora pernambucana Rosinha e a ilustradora e escritora argentina Anabella López.
O mundo de Tom encanta crianças no Filig
A exposição “Tom” fica em cartaz até o próximo dia 23 de dezembro
 “Tem ideias que insistem. Viram livro, mas não param de pipocar na cabeça do seu criador. E foi assim com ‘Tom’…”, explica o ilustrador André Neves sobre a sua exposição, aberta na manhã desta sexta-feira (16), na Galeria de Artes Ronaldo White, no Sesc Garanhuns. Um das atrações do Filig 2015, a mostra reúne desenhos, esculturas e textos relacionados ao livro homônimo que ganhou o Prêmio Jabuti na categoria “Ilustração” em 2013.
 O livro que gerou a exposição conta a história de um menino autista que por meio do canto dos pássaros alça voo à liberdade. “Essa é essência principal do livro. É o que desejo transmitir aos visitantes”, explica André Neves. Durante a abertura, ele fez questão de conversar com dezenas de crianças que visitaram o espaço. A pequena Manoela Oliveira, de 8 anos, ficou encantada. “Tudo é muito bonito, os desenhos e os objetos. Eu adorei Tom, sinto que ele acabou de nascer”, fala a menina sobre a sua visão de criança, simples e ao mesmo tempo tão profunda.
 A gestora da Escola Municipal João Pessoa, Kauely de Almeida, levou algumas turmas da instituição para visitar a exposição e fala sobre esse momento. “Eu estou muito feliz. Realmente trazer os pequenos para participar de momentos como esse é muito importante. Nesse ambiente eles são ainda mais estimulados a valorizar a leitura, mesmo ainda sendo tão novos”, comentou a gestora.
 A exposição “Tom” fica em cartaz até o próximo dia 23 de dezembro, das 9h às 21h, de segunda à sexta. Excepcionalmente, durante o Filig, a Galeria de Artes Ronaldo White funcionará sábado e domingo, das 9h às 18h.

   Escritores falam sobre os desafios de despertar o interesse pela poesia nas crianças
O escritor mineiro Leo Cunha fez a palestra de abertura do Filig, na noite de ontem (15), no auditório Sete Colinas do Sesc Garanhuns. Com quase 50 livros publicados e vários prêmios, como o Jabuti, o Nestlé, o João-de-Barro, o FNLIJ e o Biblioteca Nacional, Leo Cunha ressaltou a importância para sua formação como escritor de ter nascido em uma família-leitora. “Cresci em uma casa que o objeto mais comum era o livro. Mais do que brinquedos, minha casa tinha livros e sou grato por isso”, afirmou Leo Cunha, relembrando as tardes que passava na livraria de sua mãe, simplesmente lendo “todos” os livros infantis existentes no local.
 Além desse contato com o mundo dos livros durante toda a infância, Leo Cunha também foi muito influenciado por seu avô, homem de poucos anos de estudo, mas com um enorme interesse pela literatura, sobretudo pela poesia.
 Com uma plateia formada principalmente por professores, Leo Cunha destacou a dificuldade que os profissionais da educação encontram ao trabalhar a poesia com crianças. “É um desafio para o professor trabalhar a poesia, porque a poesia não deve ser entendida como algo linear. A poesia não trabalha com um só caminho, mas com as dobras, com os desvios”.
 Fazendo uma metáfora com o cubo mágico, brinquedo que tenta unir suas diferentes cores até que chegue a completude de uma cor, Leo Cunha lembrou que o professor precisa entender que a poesia não é só lirismo, mas é também um jogo de sentidos, no qual a criança pode optar pelo estranhamento do óbvio, pela sonoridade, pela visualidade e pela intertextualidade. “A poesia vai se fazendo na combinação de todos esses aspectos como no cubo mágico. Poesia são várias coisas ao mesmo tempo. Quando o professor entende isso, melhor para ele, porque possibilita que o estudante deixe aflorar aspectos diferentes ao fazer poesia “.
BATE-PAPO – A primeira noite do Filig teve, ainda, a mesa redonda “Onde a poesia para crianças pede passagem?”, com a participação da escritora Lenice Gomes, da radialista, contadora de histórias e cordelista Mariane Bigio e mediação da editora Renata Nakamo. Durante a conversa, as convidadas falaram da importância dos pais e professores e no incentivo à leitura.
 “A poesia pede passagem em todo lugar, em casa, na rua e na escola. Precisamos tirar o livro da prateleira e dialogar com as crianças”, afirmou Lenice Gomes. Ela contou que na infância gostava de ouvir as histórias contadas por sua mãe e pelos cordelistas nas feiras. Foi assim que se tornou uma pesquisadora da tradição oral. Na década de 80, quando trabalhou em uma biblioteca, desenvolveu o projeto “Recreio das Palavra”, reunindo crianças para falar sobre poesia. “O convite para ser escritora surgiu nesse período. Comecei a escrever em contato com as crianças, foram elas que me ajudaram nessa descoberta”, disse.
 Questionada pela mediadora Renata Nakamo sobre os desafios de despertar o interesse da poesia na “era da internet,TABLETS e vídeos-games”, a cordelista Mariane Bigio afirmou que hoje vivemos numa sociedade ‘adultocrata’, onde tudo e muito objetivo e concreto. “Percebo que algumas crianças perdem muito cedo o sentido do lúdico, da imaginação. E nós, que trabalhamos com a ‘oralitura’, precisamos vencer esse obstáculo, mostrar a beleza e a fantasia que existe dentro de um livro”, disse.
 LIVRO – Após sua palestra, Leo Cunha lançou o livro “Poesia para crianças: conceitos, tendências e práticas”, editado pela Positivo. O livro ganhou o Prêmio FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil) 2014 na categoria de “Melhor Livro Teórico”. A proposta da obra é servir como material de apoio aos professores do Ensino Básico e da Educação Infantil ao Ensino Médio. Dirigido aos professores, mas podendo ser lido por qualquer leitor interessado no tema, o livro “Poesia para crianças” apresenta ensaios de cinco autores com experiência na produção e recepção de poesia.
                            Espetáculo “Disse me Dança” se apresenta no Filig
O espetáculo “Disse me Dança”, que tem como inspiração a obra infanto-juvenil do escritor pernambucano Luciano Pontes fará duas apresentações no Filig. Uma na tarde desta sexta-feira (16), às 17h, e outra amanhã (18), no mesmo horário.

Com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco e do Ministério da Cultura, o espetáculo é uma montagem da companhia “Em Cena Arte e Cidadania”, uma associação civil sem fins lucrativos, com sede no Recife, que desde 1999 atua no ensino de dança a crianças e adolescentes do bairro dos Coelhos.

Com direção de Marcus Rodrigues, a montagem traça uma linha do tempo, percorrendo um caminho que se inicia com as primeiras brincadeiras da infância, passa pelas descobertas da adolescência até os desafios e conquistas da juventude.

O espetáculo é baseado nos livros “Em Briga de irmão, quem dá opinião?”, ”Ouvindo as conchas do mar” e “O Carrossel do tempo”, de autoria de Luciano Pontes. As coreografias foram criadas por Mieja Chang e Valéria Medeiros, especialmente para o elenco de 11 jovens. A trilha sonora original foi composta por Berna Vieira. A iluminação tem assinatura de Luciana Raposo, o figurino é de Maria Agrelli e os adereços de Java Araújo.

O espetáculo “Disse me Dança” será apresentado no Polo Espia situado no Parque Pau Pombo e tem entrada franca.

Texto e foto

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Vem para o FILIG  A entrada é gratuitaVeja a programação completa no site.  



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