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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Pernambuco é o único estado a possuir uma cadeia completa de abastecimento voltada ao setor eólico



Agefepe incentiva inovação na cadeia da energia eólica

Pernambuco é o único estado a possuir uma cadeia completa de abastecimento voltada ao setor eólico, incluindo fábricas para produção de turbinas, torre e pá.
Com o objetivo de incentivar a ampliação da oferta de energia por meio de fontes alternativas, a Agência de Fomento de Pernambuco (Agefepe) vai financiar inovação no uso da energia eólica. Projeto apresentado para a Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação (Sempetq), pela empresa pernambucana Eólica Tecnologia, integrante do Porto Digital, visa aumentar a produtividade de turbinas eólicas de grande porte e reduzir custos de manutenção, com a criação de um sistema de monitoramento de performance, com detecção de falhas e análise inteligente de desempenho.
Segundo o presidente da empresa, Everaldo Feitosa, a melhoria deverá aumentar o rendimento de cada turbina de cinco a dez por cento, além de reduzir a necessidade de intervenções de manutenção. A intenção é oferecer o sistema como um serviço para outras empresas pertencentes ao mercado eólico tanto nacional como internacional, aumentando a produtividade do setor como um todo.

“Vamos aplicar o sistema inicialmente em nossas centrais éolicas, para geração de até 200 megawatts de capacidade, o equivalente ao consumo de uma cidade de um milhão e meio de habitantes. Após dois anos vamos comercializar na programação para mil megawatts”, conta Feitosa. A empresa atualmente é responsável pela operação de quatro usinas em Pernambuco, na Bahia e no Rio Grande do Norte, com geração total de 194,7 megawatts (MW).
O projeto, que será desenvolvido em dois anos, por meio de parcerias com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a Wayne State University, de Detroit, nos Estados Unidos, e a Associação Tecnológica de Pernambuco (Atepe), receberá investimentos de R$ 3,2 milhões, sendo R$ 1,6 milhões provenientes de recursos do Inovacred, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), operados pela Agefepe, e o restante advindos de recursos próprios da empresa. O prazo de amortização do empréstimo será de 96 meses, com taxa de juros de longo prazo (TJLP) de 7,5 por cento ao ano.
“Estamos apostando muito em projetos inovadores que demonstram viabilidade e despertam o interesse da população, impactando positivamente na sociedade”, afirmou o presidente da Agefepe, Jackson Rocha.
Atualmente o Brasil ocupa 9º lugar no ranking de produtores de energia eólica. Até 2020, o país deverá atingir a quinta posição. A região Nordeste é o maior polo de energia eólica do país, respondendo por aproximadamente 85% da energia gerada por essa fonte. Pernambuco é o único estado a possuir uma cadeia completa de abastecimento voltada ao setor eólico, incluindo fábricas para produção de turbinas, torre e pá.
SEI-PE

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