Este espaço é seu anuncie aqui! 87 9 9962-6354 / 9 8164-4420

Local do Som Equipadora e Auto Center.

Local do Som  Equipadora e Auto Center.
Garanhuuns-PE

Garanhuns Bijuterias e Bianca Bijoux.

Garanhuns Bijuterias e Bianca Bijoux.

Roberto dos Ônibus.

Roberto dos Ônibus.

Casa do Côco.

Casa do Côco.
Rua Melo PeIxoto, 79 CeNtro Garanhuns PE

Rua do Ipiranga, 143 Boa Vista Garanhuns PE.

Rua do Ipiranga, 143 Boa Vista Garanhuns PE.

Rua Joaquim Nabuco 33 Centro Garanhuns PE.

Rua Joaquim Nabuco 33 Centro Garanhuns PE.

Cia da Construção e Madeireira.

Cia da Construção e Madeireira.

King Lanternagem e Pintura.

King Lanternagem e Pintura.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Dilma consulta movimentos sociais sobre antecipação das eleições




A presidente Dilma Rousseff escalou os ministros Jaques Wagner (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) para sondar as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo sobre a proposta de antecipação das eleições presidenciais caso o Senado confirme o prosseguimento do processo de impeachment e o consequente afastamento da presidente.

Os ministros se reuniram com representantes das duas frentes na última sexta-feira, em São Paulo. Segundo participantes da reunião, os movimentos que integram as frentes responderam que podem reavaliar suas posições sobre a convocação de novas eleições depois que o Senado votar a continuidade do processo de impeachment de Dilma. Por enquanto a maioria das entidades é contrária à proposta por considerarem que ela é um reconhecimento do “golpe” contra o governo.
“Pelo menos até que se encerre o processo de impeachment nós não vamos reconhecer o governo (Michel) Temer. Depois pode até ter novas eleições”, disse João Paulo Rodrigues, da coordenação nacional do Movimento dos Sem Terra (MST).
Na semana passada a Frente Brasil Popular aprovou uma posição unânime contra a proposta. A Frente Povo Sem Medo não tem posição formal sobre o tema. O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), maior grupo a integrar a Povo Sem Medo, é favorável às novas eleições.
A avaliação do governo é que a proposta só teria alguma chance de prosperar com apoio maciço dos movimentos.
Além das frentes, os defensores das novas eleições vão ter que convencer o PT, que está dividido sobre o assunto, PC do B e o próprio ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem dado sinais contraditórios sobre seu posicionamento. O senador Jorge Viana (PT-AC) foi encarregado de procurar a ex-senadora Marina Silva (Rede), defensora da ideia.
A forma como a proposta seria encaminhada também é objeto de dúvidas. Senadores petistas defendem que a própria Dilma encaminhe ainda nesta semana uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) ao Congresso pedindo a abreviação do atual mandato e convocação de novas eleições.
Outros defensores da proposta acham possível a apresentação de um decreto parlamentar chamando um plebiscito sobre o assunto.
Embora considerem remota a possibilidade de o projeto ser aprovado pelo Congresso, os autores da proposta argumentam que o tema poderia causar desgaste ao vice-presidente Michel Temer (PMDB) logo no início de seu possível governo. Na semana passada Temer afirmou que a antecipação das eleições é um “golpe”. Petistas rebatem a declaração do vice dizendo que não é possível considerar “golpe” uma proposta que passa pelo voto popular.
Além disso, a proposta poderia servir como vetor para manter a mobilização iniciada no combate ao impeachment de Dilma.
“É óbvio que vamos ter um problema de mobilização porque ficar só contra (Temer) é difícil”, disse João Paulo Rodrigues.

Nenhum comentário:

Postar um comentário