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sábado, 11 de junho de 2016

Caso Beatriz completa 6 meses sem desfecho: ‘vamos continuar lutando’


Menina de sete anos foi morta a facadas dentro de colégio em Petrolina.
Moradores de Juazeiro, onde vítima morava, pedem Justiça.
Pontes, carros, prédios públicos e privados do município de Juazeiro, no norte da Bahia, têm um nome em comum estampados: Beatriz Angélica Mota. A menina de sete anos foi morta a facadas dentro de um colégio no Centro de Petrolina, Sertão de Pernambuco. O crime completa seis meses nesta sexta-feira (10) e ninguém foi preso. Familiares e amigos seguem em busca de Justiça.
“Vamos continuar lutando em busca de Justiça para que esses criminosos, esses assassinos, sejam punidos. Vamos participar de todos os manifestos, de toda manifestação em relação à cobrança ao poder público para que a resposta venha o mais rápido possível”, afirma a mãe da vítima.
Assassinada em Petrolina, a menina morava com a família em Juazeiro, cidades afastadas por cerca de seis quilômetros. Os juazeirenses ficaram marcados pela brutalidade do crime. “Um crime bárbaro desses não tem como esquecer”, diz um morador do município. Desde que Beatriz foi morta, foram realizadas sete grandes manifestações pedindo Justiça.
Uma faixa com a foto da menina está estampada na Ponte Presidente Dutra, que separa Juazeiro de Petrolina. “Não só durante as manifestações, mas durante todo o dia, no shopping, nas ruas, as pessoas nos cumprimentam, nos abraçam, as pessoas choram conosco, as pessoas fazem orações. A gente sempre recebe o apoio de todos”, agradece Sandro Ferreira, pai de Beatriz. Nesta sexta-feira, a polícia de Petrolina informou que dará uma coletiva sobre o caso.

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