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domingo, 12 de junho de 2016

Dia dos Namorados: tecnologia une casais; cumplicidade é fundamental, dizem parceiros

Conheça a história de Micaela e Rodrigo, que se conheceram pelo Orkut; união já dura 8 anos e resultou no Pietro  



O domingo é marcado por comemorações em todo o Brasil. Casais apaixonados, sejam eles casados, namorados ou até mesmo com “relacionamento indefinido”, como muitos assim o preferem, se juntam para celebrar a união no Dia dos Namorados. Jantares românticos e surpresas que apimentam a relação agregam o roteiro da dupla.
 Eles contabilizam oito anos de união que, inclusive, já resultou em um belo bebê: o Pietro, de um aninho. Micaela Abreu, 28, é autônoma e conheceu o atual esposo pela internet. Ela teve contato com Rodrigo ainda em 2008, mas, à época, namorava outra pessoa. Devido a um desgaste natural do relacionamento, eles se separaram e ela se viu solteira novamente, com uma vida pela frente.

Rodrigo, no entanto, permanecia lá, apenas sob a esfera virtual. “Ele contava as histórias dele e eu contava as minhas. Aí ele acabou virando meu amigão virtual. Daí passou um tempo e ele me disse que ia sumir da internet e que o que ele sentia por mim, nunca sentiu nada parecido por mulher nenhuma. Todo final de semana, eu teclava com ele. Sempre, sempre. A gente se falava até umas 4h ou 5h da manhã”, relembra.

A afinidade da dupla foi crescendo com o tempo. Ele morava e trabalhava em Ilhéus, na Bahia, no ramo comercial, e ela morava em Petrolina, em Pernambuco. A distância era algo que atrapalhava o desenvolvimento de uma amizade “colorida”, mais profunda, mais séria. Após inúmeras mensagens e torpedos, eles resolveram se conhecer e investir em um possível relacionamento a dois.

“Cheguei a pedir demissão do emprego que eu tinha para viver essa fase em minha vida. Decidi ir para a Bahia encontrá-lo. Contei toda a história para a minha mãe e ela deixou. Inicialmente, fiquei hospedada na pousada da minha tia. No dia da viagem, nos falamos, e marcamos de nos encontrar às 19h30”, falou.
Após algumas horas de atraso por conta de alguns imprevistos, Micaela viu pela primeira vez Rodrigo. 

“Fiquei nervosa para o encontro. Acabamos nos beijando logo de cara. A sintonia era muito grande antes mesmo de conhecer mais detalhes um do outro”, lembra. O que era para ser uma viagem simples, acabou se tornando uma estadia de três meses na Bahia. “Minha mãe ficou preocupada, pensou até que eu ia voltar grávida (risos). Foi tudo novidade para mim. Foi como se eu começasse a namorar ali, a partir daquele momento. Foi ótimo, maravilhoso”, afirmou. 

Distância
 
Um dos maiores desafios, segundo Micaela, foi superar e ter que lidar com a distância um do outro. Após o seu retorno para Pernambuco, o casal se viu diante da insegurança. “Da Bahia, ele foi para o Rio de Janeiro por conta do trabalho. Depois foi para Belo Horizonte e saiu rodando o Brasil. A gente se falava todos os dias, mas era aquele sufoco. Cartão telefônico, MSN e Orkut na época”, revelou. 

A distância, nesse caso, só veio para fortalecer o relacionamento. O noivado do casal aconteceu em 2010. Entretanto, nem tudo são flores. Com o objetivo de crescer profissionalmente, o parceiro planejava trabalhar, desta vez, no estado de Rondônia. A possibilidade da distância, mais uma vez, gerou atrito e colocou o relacionamento em xeque. “Não deu certo. Ele desistiu e acabou indo embora para Petrolina, onde eu morava. Aí ele conseguiu um emprego em um shopping, mas o salário não era satisfatório”, ressaltou. 
Nesse período, Micaela engravidou pela primeira vez. No entanto, por problemas de saúde, ela não conseguiu levar a gestação adiante e acabou perdendo o filho. Essa situação aconteceu mais outra vez e deixou o casal desanimado com o fato de não conseguir gerar um herdeiro para a família.



“A ansiedade nos atrapalhava muito. Acho que Deus disse para a gente: ‘depois que vocês casarem, eu dou um filho a vocês’. Depois de sete meses de casados, eu fiquei grávida de um menino. Para mim, foi um baque saber que estava grávida de novo. Eu tinha passado por duas curetagens e, para mim, foi uma sessão de terror. Durante a gravidez, passei por momentos difíceis. Fiquei de cama, enjoei muito, não podia comer nada”, assinalou.

A vida profissional do casal estava indo de vento em polpa. Depois de anos trabalhando em uma determinada empresa no ramo editorial, Rodrigo e Micaela montaram uma empresa própria e acabaram se mudando para o município de Arapiraca e se estabeleceram lá.

Dificuldades na gravidez
 
“A minha gestação foi uma novela. A minha história com Rodrigo, a gente sempre fala que tem fazer um filme, que até para o Pietro nascer foi um show. Foi um parto bem complicado. Eu já não suportava mais. Já sabiam que ia ficar eu ou o Pietro. Meu marido me falava sempre: ‘amor, se ajuda, é o nosso filho, nosso sonho’. A gente sempre quis muito. Na terceira contração, eu consegui ter o Pietro e foi a maior felicidade”, contou. 

Vida de casal
 
Micaela acredita que a cumplicidade é a característica mais importante em um relacionamento. “Antes de sermos namorados ou casados, somos amigos. Nós somos cúmplices. É fundamental haver respeito e, enquanto existir isso, dá para ter um relacionamento tranquilo. A gente se comunica sempre e eu sempre achei isso normal”, comentou.



O segredo para manter a chama acesa no casamento é não cair na rotina. Eles costumam comemorar datas especiais e também gostam de presentear um ao outro no Dia dos Namorados. “Acho super interessante comemorar essas datas. Se você não estiver adubando o relacionamento, com o tempo, a rotina desgasta. Fica sempre aquele arroz com feijão. Tem que sair para jantar, sair para dar um ‘up’ no relacionamento. Quando eu percebo que está virando rotina, a gente já começa a se policiar.

Significados e expectativas 
 
A troca de palavras e confidências entre os casais é algo natural e constante. A vida a dois requer, além de paciência e compreensão, entendimento e admiração. “Rodrigo significa tudo para mim. Ele é o meu porto seguro. Ele é o meu companheiro. É tudo com ele. Meu pai morreu quando eu tinha seis anos de idade, então eu não tive aquela defesa masculina. E hoje, quando eu vejo ele me defendendo, eu me sinto importante. Para mim tudo é novidade”, declarou. “Daqui a dez anos eu me vejo mais feliz ainda. Porque eu não reclamo da vida. Hoje a nossa casa é o nosso filho. O nosso casamento, para mim, é fundamental. É felicidade em primeiro lugar”, concluiu.

                                                       Crédito: Cortesia



Por Sete Segundos

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