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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Banco do Brasil quer romper sociedade com os Correios



A parceria do Banco do Brasil com os Correios no Banco Postal corre o risco de acabar neste ano. Os dois sócios na prestação de serviços financeiros discordam, atualmente, do objetivo e, principalmente, do valor do negócio.

Com rombo nos últimos três anos, sendo o de 2015 de R$ 2,1 bilhões, os Correios veem a renovação do contrato com o BB como uma oportunidade de injetar dinheiro na estatal, que ainda opera no vermelho neste ano. O melhor resultado da história dos Correios foi justamente o de 2012, afetado pelo negócio com o banco público.

Já o BB, segundo fontes, não considera o negócio tão vantajoso, em meio ao cenário econômico adverso e às mudanças no comportamento dos clientes. Sem o BB, os Correios precisariam leiloar novamente o serviço neste ano. Segundo a avaliação dos maiores bancos do País, há pouco apetite para explorar a rede de agências da estatal, presente em 95% das cidades brasileiras. Com o avanço dos canais digitais e os desafios de tornar a rede física rentável, a atratividade do canal diminuiu.

O Bradesco, que ficou com o Postal por dez anos, abriu mais de mil agências após deixar de operar o serviço e agora tem o desafio de integrar o HSBC. O Itaú não fez proposta no último leilão. A Caixa não tem capital para fechar a operação sem nova capitalização da União – está, inclusive, privatizando áreas. O Santander também não tem tanto apetite pelo canal, além de, assim como o Itaú, estar na negociação para a compra das operações de varejo do Citi no País.

“O negócio (Banco Postal) tem alto custo. O banco começa a ter problemas de assalto, numerário, eventos que são uma realidade que já vivemos. Antes de pensar em discutir a relação, é preciso pensar no papel dos Correios, como funciona hoje e como agregar valor”, diz o executivo de um grande banco. Outro afirma que a instituição até analisaria eventual oportunidade de parceria, mas também reforça que o canal perdeu parte de sua relevância.

O Banco Postal foi importante para aumentar o acesso aos serviços financeiros em municípios do interior. Segundo o Banco Central, 1.987 cidades não têm agência bancária, mas 1.633 delas possuem um ponto de atendimento, como os Correios, que prestam serviços bancários básicos, como transferências, abertura de contas, saques e recebimento do INSS.

O BB venceu o leilão em maio de 2011, num lance de R$ 2,3 bilhões, e começou a operar no ano seguinte nas mais de 6 mil agências próprias dos Correios que oferecem serviços do Banco Postal. O BB teve de desembolsar mais R$ 1 bilhão ao longo de cinco anos pelo pagamento de transações bancárias efetuadas nos Correios. Em 2.035 municípios, o BB só está presente por causa do Banco Postal. Em outros 3.223, o maior banco do País tem agência própria.

Segundo fontes, o entendimento do BB é de que a parceria com o Postal tem de passar por adaptação. Isso porque o cenário atual é diferente de quando o banco ganhou a concorrência para explorar a rede física dos Correios. De lá para cá, as transações digitais e remotas tiveram um salto, reduzindo a necessidade de agências, que passam a ter outro foco, mais voltado para negócios e assessoria.

“A parceria com os Correios vai passar obrigatoriamente por uma adaptação. No passado, fazia muito sentido (transformá-lo em instituição financeira). Hoje, não me parece que faz mais sentido”, diz uma fonte a par das negociações.

Custo

O presidente dos Correios, Guilherme Campos, diz que a atuação da estatal como correspondente bancário tem custo elevado por causa dos investimentos em segurança e questões trabalhistas. Os funcionários dos Correios que trabalham nas agências com Banco Postal exigem equiparação de salário e jornada aos bancários.

“Eles querem transferir para o correspondente bancário o que nenhum banco quer nas suas agências: gente e numerário”, explica Campos. “É muito bem-vindo o Banco Postal, só que esse custo tem de estar na negociação”, acrescenta.

Segundo Campos, as negociações entre os dois sócios voltaram após a formalização de seu cargo e de Paulo Caffarelli como presidente do BB. A renovação está em pauta desde maio de 2015, mas ficou em compasso de espera com a mudança nas empresas. Em dezembro, encerram-se os cinco anos do contrato, que podem ser renovados por mais cinco. Procurado, BB não se manifestou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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