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quarta-feira, 14 de março de 2018

FICOU POR ISSO MESMO? Secretária de educação do Estado se pronuncia sobre bullying em uma escola na cidade de Capoeiras/PE


Atos de violência física ou psicológica intencionais e repetidos, praticados por um ou mais indivíduos, causando dor e sofrimento em alguém – ou num grupo – que não tem a mesma relação de poder. É assim que o bullying pode ser definido. Identificado como um problema mundial, a prática pode causar sequelas profundas na vida de uma pessoa que é alvo da ação. Pensando nisso, a Secretaria de Educação do Estado (SEE) promove ações durante todo o ano nas escolas da Rede Estadual de Ensino para a conscientização e inibição de atos com o objetivo de expor pejorativamente nossos estudantes.
O projeto Escola Legal, fruto da parceria entre a Secretaria e órgãos públicos, visa o enfrentamento da violência nas escolas e da violação dos direitos humanos dos estudantes. Por meio dele, Jovens Protagonistas são formados com o objetivo de construir políticas públicas de prevenção das situações de vulnerabilidade sociais na comunidade e espaços escolares. Além destas responsabilidades, o jovem protagonista ainda reforça a ideia de protagonismo estudantil e dá asas ao jovem para que ele possa crescer e voar. Gestores, educadores de apoio, professores e técnico das regionais acompanham estas formações de perto e participam de todo o processo.
Após um caso de bullying ter sido veiculado na mídia regional e nacional, estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Capoeiras, decidiram buscar atividades para trabalhar o tema em conjunto com toda a escola. Durante uma semana, o grupo elaborou apresentações, criou atividades e pediu desculpas publicamente ao estudante que foi vítima de atitudes constrangedoras dos colegas de turma. Na tarde desta segunda-feira (12), os jovens apresentaram o resultado desta semana de produção.

Com muita emoção, os estudantes apresentaram os slides sobre a prática do bullying e suas consequências para a vítima, falaram sobre o ocorrido e se desculparam. “Eles estavam arrependidos pelo que ocorreu, queriam se desculpar com o menino. Com o trabalho de conscientização, todos os estudantes entenderam a gravidade de algumas práticas, que as vezes são vistas como ‘brincadeira’, mas que na verdade são atos maldosos. Agora todos estão se sentindo bem”, comentou Rosana Albuquerque, gestora da EREM Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

RELEMBRE O CASO AQUI!

BULLYNG, RACISMO OU COVARDIA? Vídeo corre pelas redes sociais mostrando desorganização e falta de caráter em escola no interior de Pernambuco

Há dias um vídeo circula por todas às redes sociais mostrando a falta de respeito com o ser humano. É revoltante a maneira que estão rindo e fazendo chacota de uma pessoa que se mostra indefesa e desarmada para qualquer tipo de provocação. Essa é a história real de um adolescente de 17 anos, morador do Sítio Bom Destino e estudante do 1º ano na Escola Nossa Senhora do Perpétuo Socorro no munícipio de Capoeiras interior de Pernambuco. 
O adolescente parece ainda não entender a repercussão do fato que assolou em sua vida e com toda gentileza e educação demonstra estar acostumado a passar por esse tipo de problema em ambiente escolar. Acontece que agora existem milhares de pernambucanos a seu favor e se depender de nós isso vai parar por aqui. Muitas pessoas estão dispostas a ajudar o rapaz e principalmente ver punidos os tais que praticaram insultos ao mesmo e ainda tiveram a audácia de filmar e publicar a “brincadeirinha” com o “aluno estranho”. Ainda bem que alguém teve a ideia de fazer o vídeo e assim nos dar a chance de descobrir o que de fato acontece dentro de uma escola que parece não ter organização quanto a esse tipo de cena  que, diga-se de passagem, é REVOLTANTE.
Nossa equipe foi bastante procurada e tivemos acesso às cenas dantescas que mostram claramente a maldade de adolescentes que querem diminuir, denegrir, humilhar e machucar uma pessoa que não tem aparência nenhuma de ser merecedora de tal absurdo. Bem pelo contrário, o rapaz é muito educado, de fala mansa, gentil e com olhos cheios de sonhos. Ao receber visitas em sua casa o adolescente deixa claro que seu maior sonho é ser professor e assim ensinar e mostrar o verdadeiro amor aos alunos, onde ele mesmo passa por situações desagradáveis que não percebe que isso também é de responsabilidade dos gestores de sala que tem por obrigação acordar e entrar em defesa de todos.
“Não consigo nem ver a cara daquelas meninas rindo e fazendo barulho por causa do menino que, com medo, encosta-se na parede e fica olhando sem entender o que está acontecendo.”
“Se fosse meu filho eu iria nessa escola e mostraria a minha raiva dessa coordenação que não viu isso, e com certeza não foi à primeira vez. Também abriria um processo contra toda aquela palhaçada e principalmente faria os vândalos pagarem por seu atos. Cadê o ECA agora? Vai defender essa raça de víboras?”
“Fui visitar o rapaz e notei que ele ainda está sem perceber o que aconteceu. É visível a sua bondade e principalmente a educação que recebeu dos seus pais, coisa que aqueles delinquentes não tiveram e não tem.”


Estes são três das dezenas de comentários de indignação que recebemos em nossa redação, podemos dizer que selecionamos os mais leves porque são pessoas tão indignadas que passam muita raiva em cada palavra, as quais não podem ser colocadas aqui na matéria.
O que todos nós queremos é que sejam tomadas as devidas providencias quanto a essas situações que passam muitas crianças, adolescentes e até mesmo adultos, por terem um comportamento diferenciado; ser mais calmo, mas solitário e na sua maioria grandes estudiosos. Parece que hoje em dia, ter educação é sinônimo de ser palhaço e assim servir de protagonistas de picadeiros formados por vândalos dentro das escolas do Brasil.

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