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segunda-feira, 15 de junho de 2020

Brasil ultrapassa Reino Unido e se torna o segundo país com mais mortes por Covid-19


O Brasil ultrapassou nessa sexta-feira o Reino Unido no número de mortes por Covid-19. Com 41.901 óbitos, ante 41.566 da nação europeia, tornou-se o segundo país com mais vítimas fatais ligadas à pandemia, atrás apenas dos Estados Unidos.

Os dados brasileiros indicam que o país registrou esta sexta-feira 843 novos óbitos. Também foram registrados 24.255 novos casos nas últimas 24 horas, totalizando 829.902, segundo  levantamento de um consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S. Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo.


O Brasil já era a segunda nação em número de casos de Covid-19 desde 22 de maio, quando ultrapassou a Rússia. O país tem a maior taxa de contágio pelo coronavírus do mundo e, segundo um estudo da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), o número de brasileiros imunizados contra o patógeno (ou seja, que contraíram a doença) cresceu 53% na última semana, um avanço recorde.

Com mais de 30 mil casos novos notificados diariamente, o Brasil vê as estatísticas crescerem em ritmo galopante. Foram mais de 100 mil contágios confirmados nesta semana em um intervalo de três dias, o menor período desde o início da crise. Desde o dia 31 de maio, a marca era atingida a cada quatro dias.

 Cientistas avalam que a baixa adesão da população a políticas de isolamento social contribuíram para o alastramento da Covid-19. Além disso, houve uma ampla difusão de discursos contraditórios — enquanto o presidente Jair Bolsonaro reivindicava a volta do comércio e das aulas, prefeitos e governadores impuseram medidas de quarentena. No entanto, em muitos casos, as restrições necessárias para conter a epidemia foram levantadas precocemente.

O Reino Unido foi criticado por autoridades sanitárias europeias por demorar a impor o lockdown. A primeira morte por coronavírus ocorreu no dia 31 de janeiro, mas as restrições para a circulação da população só foram tomadas no dia 23 de março. A Itália, que também registrou a primeira morte em janeiro, mas tomou medidas de isolamento já no dia 9 de março.

O primeiro-ministro britânico Boris Johnson disse ser cedo demais para dizer quais arrependimentos teve ou quais lições poderia aprender com o enfrentamento da pandemia. Ele mesmo contraiu a Covid-19 e foi internado em uma unidade de terapia intensiva em abril. Depois, agradeceu ao serviço público de saúde: “Devo a eles minha vida”.

— A epidemia estava dobrando a cada três ou quatro dias antes de as intervenções do isolamento serem introduzidas — explica o epidemiologista Neil Ferguson, professor do Imperial College de Londres. — Então, se tivéssemos introduzido as medidas de isolamento uma semana antes, teríamos reduzido o número final de mortes a menos pela metade.

 O Globo


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