O corpo de um jovem encontrado em avançado estado de decomposição no final da tarde desta quarta-feira, 18 de março de 2026, no bairro da Massaranduba, em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, pode ser do jovem Alisson, de 21 anos, que estava desaparecido.
O cadáver foi localizado em um matagal, nas proximidades da PE-177, rodovia que liga o município de Garanhuns à cidade de São João. Familiares estiveram no local e levantaram a suspeita de que o corpo seria do jovem desaparecido.
A mãe de Alisson, que reside no município de Jupi, também no Agreste, esteve presente e relatou detalhes sobre o desaparecimento do filho. Segundo ela, o jovem era usuário de drogas, porém não tinha conhecimento de envolvimento direto com o tráfico de entorpecentes.
Em relato emocionado, a mãe informou que já estava tomando providências para ajudar o filho a sair da dependência química. Ela contou que havia agendado a internação dele em uma clínica de reabilitação no Recife.
“Eu já tinha marcado uma clínica no Recife para tratar ele. Já estava tudo certo para levar meu filho”, relatou.
Ainda de acordo com a mãe, ela havia alugado uma residência no bairro da Massaranduba para que Alisson morasse sozinho, na tentativa de oferecer melhores condições para sua recuperação.
Ela também destacou que, desde o desaparecimento, estava junto com parentes e amigos realizando buscas pelo jovem.
“Um rapaz chamou ele para sair, e depois disso ele desapareceu. A gente já estava procurando por ele junto com familiares e amigos”, disse.
A mãe confirmou que acredita que o corpo encontrado seja do filho, mas devido ao avançado estado de decomposição, será necessário a realização de exame de DNA para confirmação oficial da identidade.
A morte foi registrada como “morte a esclarecer”, uma vez que, devido ao avançado estado de decomposição do corpo, não foi possível identificar marcas de violência, nem indícios de disparos de arma de fogo,
O corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife, onde passará por exames periciais, incluindo o teste de DNA.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que busca esclarecer as circunstâncias da morte e identificar possíveis envolvidos.

















































