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segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Advogado de Thiago Nunes afirma que Polícia Federal obstrui trabalho da defesa na prisão do prefeito e do vice-prefeito de Agrestina



A TV Jornal entrevistou com exclusividade o advogado Ademar Rigueira, que faz a defesa do prefeito de Agrestina, Thiago Nunes, que foi preso na última quinta-feira (10) dentro da terceira fase da Operação Pescaria, da Polícia Federal. Durante a entrevista, o advogado criticou a operação policial e chegou a afirmar que a PF está obstruindo o trabalho da defesa.

Thiago Nunes, o vice-prefeito, Zito da Barra, o secretário de Administração, Márcio Elson Rodrigues Patrício, e dois empresários foram presos na investigação que apura um suposto esquema de fraudes em licitação, lavagem de dinheiro e desvios de recursos públicos.

TV Jornal: Qual o posicionamento adotado pela defesa?

Ademar Rigueira: Nós tomamos conhecimento como a imprensa tomou, na semana passada, na quinta-feira, da operação, e estamos tendo muita dificuldade, por incrível que pareça, numa operação que resultou em consequências gravíssimas, o afastamento de um prefeito, um vice-prefeito e um secretário eleitos democraticamente pela vontade do povo de Agrestina. Nós não conseguimos até agora ter acesso à plenitude do que foi produzido pela Polícia Federal de Caruaru. A delegada tem agido estranhamente, obstruindo o trabalho da defesa.

Tivemos que na sexta-feira peticionar ao desembargador relator para que fosse fornecida a cópia da representação, porque só tínhamos até então a própria decisão do desembargador e o pedido das prisões, mas esses pedidos extremamente incompletos, que faziam remissão a provas nos autos que não foram produzidos para a defesa, então é de se estranhar que se afaste dessa forma o prefeito da cidade o a defesa sequer tenha acesso à integralidade do que foi produzido pela Polícia Federal.

Hoje acreditamos que nós vamos ter acesso, já estamos preparando uma petição ao próprio desembargador federal que proferiu a decisão, que acreditamos que foi induzido claramente em erro. É um inquérito de lavagem de dinheiro apenas, de organização criminosa, que não faz remissão aos crimes antecedentes praticados pelo prefeito. Não se sabe ao certo qual foi o crime que o prefeito cometeu, porque o que se tem nos autos são relações privadas de empréstimos, de pagamentos pelo prefeito com pessoas que são denominadas como agiotas, mas não se sabe efetivamente qual é a vinculação a um crime praticado em detrimento do erário.

Se faz remissão à construção de uma creche em Agrestina que o povo de Agrestina sabe que essa creche acabou de ser entregue. Um valor de R$ 200 mil que foi plenamente entregue à população agora. Então qual foi o crime? É fraude a licitação? É corrupção? Não se sabe ao certo. Se tem na base da representação da Polícia Federal que induziu em erro o desembargador, se tem uma série de ilações, de conjecturas, como se esses empréstimos fossem derivados de um crime de corrupção. Mas não se tem prova alguma efetiva dessa prática. É isso que estranhamos, para chegar ao ponto de se afastar como se afastou, às vésperas de uma eleição, às vésperas de uma convenção, um prefeito de uma cidade como Agrestina.

TV Jornal: Existe alguma previsão para a soltura dele?

Ademar Rigueira: Nós vamos entrar hoje com essa petição, acredito que o desembargador vai agilizar ao máximo, porque se trata de uma medida drástica, privativa de liberdade. Acredito que no mais tardar até amanhã a gente vá ter alguma posição com relação à soltura do prefeito.

RELEMBRE O CASO

Prefeito e vice de Agrestina são presos pela Polícia Federal

 

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A Polícia Federal em Caruaru, com o apoio da Controladoria-Geral da União-CGU, deflagrou na manhã de hoje (10/09/2020), a terceira fase da Operação Pescaria, com o propósito de dar continuidade às ações repressivas iniciadas no ano de 2018 para desarticular uma Organização Criminosa especializada no desvio de recursos públicos na Prefeitura de Agrestina/PE. Durante a Operação foram presos o prefeito Thiago Nunes,  seu vice Zito da Barra  um funcionário da prefeitura de Agrestina, e dois empresários que estavam envolvidos no esquema criminoso.


As vantagens ilícitas eram auferidas por meio da contratação fraudulenta de empresa de “fachada”, com recursos oriundos de verbas federais, frustrando o caráter competitivo do processo licitatório e promovendo a execução dos contratos por meio de terceiros desqualificados.

A investigação que culminou com a deflagração da Operação Pescaria III, mira a lavagem dos lucros ilicitamente auferidos pela organização criminosa, levada a cabo por meio da utilização de conta bancária de titularidade de um “laranja” vinculado ao grupo. Esta conta bancária servia aos investigados para o recebimento de transferências bancárias e depósitos em espécie, estes na sua maioria em valores baixos e sem a identificação da origem, realização de saques de valores vultuosos, bem como, também, para a utilização de títulos de crédito ao portador (cheques) assinados em branco, tudo com o propósito de dificultar a identificação da origem criminosa do dinheiro.



Nesta data a Polícia Federal cumpre 05 (cinco) Mandados de Prisão Preventiva, 13 (treze) Mandados de Busca e Apreensão em endereços residenciais e comerciais, além de Mandados de Afastamento de Funções Públicas dos ocupantes de cargos na administração municipal de Agrestina, além de Mandados de Afastamento de Sigilos Bancário e Fiscal dos investigados, todos expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

As duas fases que antecederam a Operação Pescaria III foram deflagradas respectivamente em 21/02/2019 e 28/03/2019. 




Os crimes investigados na atual fase da operação são de Organização Criminosa, Peculato, Falsidade Ideológica e Lavagem de Dinheiro. A ação conta com o emprego de 70 (setenta) Policiais Federais, além de servidores da Controladoria-Geral da União



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