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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Cartilha da Secretaria de Defesa Social orienta sobre cena de crime em agência bancária


A violação na cena de um crime em uma agência bancária que foi alvo de bandidos pode apagar pistas fundamentais para a investigação policial. A interferência em quase 100% destes locais, em Pernambuco, motivou a Secretaria de Defesa Social a elaborar uma cartilha com o passo-a-passo do isolamento, além de dar orientações de como as pessoas devem proceder caso estejam nestes cenários. Divulgado nestas segunda-feira (5), este é o primeiro material produzido no Brasil e visa facilitar o trabalho da polícia científica.

Com o lançamento, a expectativa é de uma mudança de comportamento de todos os agentes que atuem nestes locais. Sobretudo, gestores e funcionários de instituições financeiras. A principal orientação é de que, havendo o delito, a polícia seja acionada imediatamente por meio do 190. Outro ponto, é que as pessoas presentes saiam evitando movimentações desnecessárias e registrando onde tocaram. Se algum objeto for alterado de local, é imprescindível que seja informado à perícia criminal.
A menor interferência pode levar as pessoas a serem indiciadas. “A partir do momento que você entra e deixa seu DNA no local, sua pegada e impressão digital, isso pode levar a polícia a seguir uma pista falsa. Quando se trata dos gestores e funcionários, temos um grande prejuízo, pois, no final de tudo, todos queremos que o crime seja desvendado e que as pessoas que o cometeram sejam devidamente punidas”, explica a gerente-geral da Polícia Científica do Estado, Sandra Santos.

Entrar nestas áreas sem a permissão dos peritos criminais é desobedecer ao Código de Processo Penal (Lei nº 3.689/41), que determina que a apreensão de objetos que têm relação com o fato é de direito exclusivo da autoridade policial. De acordo com a legislação, as únicas exceções são a prestação de socorro a possíveis vítimas, a contenção de chamas quando há risco de incêndio ou, até, o recolhimento de dinheiro espalhado que poderia gerar aglomeração de pessoas e alterar ainda mais o local do crime.
O conteúdo, construído pela Polícia Científica de Pernambuco para a Força Tarefa Bancos, está registrado na Biblioteca Nacional. Ao longo das suas 24 páginas, a cartilha também orienta as ações dos gerentes sobre as imagens das câmeras de segurança e qual deve ser a postura dos seguranças de carros fortes. “A divulgação da cartilha culmina com todo um processo de discussão com atores, tanto no âmbito da segurança pública quanto das instituições financeiras. Internamente, ela já está disponível para estes agentes”, conta Sandra.


Criada em 2017, a força-tarefa tem como integrantes permanentes as polícias Militar, Civil e Científica, juntamente com a Polícia Federal e Rodoviária Federal. De acordo com a SDS, neste ano, o Estado registrou uma queda de 63% nas investidas a bancos e instituições financeiras. Foram 13 ocorrências registradas de janeiro a junho deste ano e 35 casos no mesmo período de 2018. Outro dado apresentado pela pasta, é de que 29 pessoas responsáveis pelos delitos foram presas nos primeiros seis meses de 2019.

A reportagem entrou em contato com o Sindicato dos Bancários de Pernambuco, que classificou como interessante a iniciativa. “A iniciativa é boa para o trabalho da Polícia Científica, afinal boa parte da não resolução dos crimes acontece por conta dessa interferência. Muitas vezes a gente vê até os próprios policiais contaminando a cena do crime. Mas precisamos instruir os clientes sobre como operar também durante a ação criminosa”, apontou o secretário jurídico do sindicato, João Rufino.

Folha PE


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