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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Agressão contra idoso no Pina teria sido premeditada no último dia 28/12/18


No dia 28 de dezembro, imagens de uma câmera de segurança flagraram um idoso, identificado como William José de Souza, sendo espancado em frente a um prédio no Pina, Zona Sul do Recife. A ação foi considerada premeditada pela companheira do autor da agressão. Foi o que apontou o delegado Ramon Teixeira.

As investigações da Polícia Civil de Pernambuco apontam que as agressões teriam sido motivadas por um comentário feito pelo idoso. De acordo com o delegado, William, que era prestador de serviço familiar há alguns anos para o proprietário do imóvel no Pina, tinha acabado de subir com compras do supermercado até o apartamento quando disse algo que teria incomodado os agressores.

"As palavras exatas, segundo ele próprio, teriam sido de que o marido seria pai e mãe das crianças. O gatilho teria sido esse comentário. Porém, como isso foi tomado, a interpretação que se deu a ele, foge da alçada da nossa investigação", disse o delegado. "O fato é que esse comentário, e temos indícios contundentes disso, feito dias antes do fato, teria trazido muita irritação pra ela", completa.

O dia da agressão

Ramon Teixeira conta que, no dia da agressão, a suspeita teria chegado em casa e imediatamente perguntado para o marido por onde estava William, que ainda não havia retornado do supermercado para levar as compras naquele dia, de acordo com o depoimento do próprio esposo. 

"Há indícios suficientes que ela (a companheira do agressor) concorreu diretamente para a prática do fato. Seja como autora intelectual, como mandante, enfim", afirma o delegado.

Ele conta ainda que uma hipótese de tentativa de homicídio foi descartada: "As agressões cessaram e ele (o agressor), de certa forma, expulsa o senhor William do local, o que, ao nosso, ver descaracteriza as hipóteses aventadas de tentativa de homicídio. Por fim temos a moradora descendo e lavando as mãos dele".

O que dizem os acusados
Em depoimento, a acusada de co-autoria do crime afirma que estava grávida de cerca de dois ou três meses e que teria perdido o bebê em decorrência do comentário do idoso a seu respeito. Além disso, ela garante que não teria tido participação no caso, e que as agressões teriam acontecido porque William seria uma pessoa detestável, em suas palavras.

A investigação, no entanto, não possui nenhuma informação que comprove as declarações. "Ela deixou claro que não tinha nenhum documento médico para comprovar a gravidez, e que teria feito apenas um exame de farmácia. O que entendemos é que, com 3 meses de gestação, teria sido necessário um atendimento médico o qual, segundo ela própria, não teria acontecido", afirma Ramon.

"Não acreditamos que haja qualquer elemento nos autos que confirmem essa gestação e muito menos que tenha ocorrido um aborto por palavras proferidas pelo senhor o William. São informações que foram trazidas aos autos mas em momento algum nenhuma outra pessoa ouvida pela investigação deu sustentação as declarações. Muito pelo contrário, todos falaram do senhor William como vítima", conclui.

A companheira do agressor alega ainda que já estaria separada do seu marido, proprietário do apartamento, mas o homem nega a informação. Até o momento, não há pedido de prisão preventiva contra ela.

Segundo o advogado do agressor, no dia 29, seu cliente foi levar a namorada até a residência do ex-marido para buscar os filhos dela para o Réveillon. "Quando chegou na frente do apartamento, ele se deparou com a vítima (o idoso) e foi tomar satisfação. Esse senhor começou a agredir verbalmente, de modo que ele perdeu a razão e partiu para a agressão”, afirma Marcelo Soares.

Jc online

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