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quinta-feira, 4 de abril de 2019

Assassinos da advogada em Bezerros são condenados a mais de 20 anos de prisão


Os três homens acusados de matar a advogada Severina Natalícia da Silva em dezembro de 2013 foram a julgamento, na manhã desta sexta-feira (29), perante a 4ª Vara do Tribunal do Júri da Capital. Apesar do crime ter ocorrido na cidade de Bezerros, o julgamento foi transferido para o Recife, processo conhecido como desaforamento. A expectativa é de que os jurados cheguem a um veredito no sábado (30). 

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), representado pelo promotor de Justiça José Edivaldo da Silva, obteve a condenação dos primos Jaemerson Jacinto Pereira e Jaemerson de Assis Pereira e de Valdomiro Francisco dos Santos, conhecido como Cabo Valdomiro, pelos crimes de homicídio qualificado — por motivo torpe e de emboscada— e destruição ou ocultação de cadáver. A Jaemerson Jacinto e Jaemerson Pereira, foi arbitrada a sentença de 22 e 24 anos de prisão, respectivamente. Valdomiro Francisco foi condenado a 22 anos de reclusão em regime fechado. 

As investigações policiais apontaram que os réus se articularam para planejar a morte da vítima sob a liderança de Jaemerson Jacinto Pereira, que tinha uma desavença com a advogada em razão de um processo judicial envolvendo a pensão do pai do réu. Severina Natalícia da Silva representava a madrasta de Jaemerson e viúva do pai dele; o réu alegava que a atuação profissional da vítima dificultava o acesso da mãe dele ao recebimento de parte dessa pensão.

A Jaemerson Jacinto Pereira se aliaram seu primo, Jaemerson de Assis Pereira, que teve o papel de providenciar e dirigir o carro usado para capturar a vítima e levá-la ao local onde foi executada; e Valdomiro Francisco dos Santos, que teria sido o autor dos disparos que tiraram a vida da advogada.

Entenda o caso - segundo as informações colhidas ao longo do processo, no dia 5 de dezembro de 2013, por volta das 22h30, os três réus teriam estacionado um veículo Fiat Uno na via local da BR-232, no distrito de Encruzilhada de São João, município de Bezerros. Eles aguardaram a chegada da vítima, que trabalhava em Caruaru e costumava desembarcar nesse ponto para seguir à sua residência.

Severina Natalícia foi abordada por Jaemerson Jacinto Pereira e Valdomiro Francisco dos Santos, que estavam encapuzados, e forçada a entrar dentro do veículo, guiado por Jaemerson de Assis Pereira. O veículo rumou para a cidade de Bezerros e tomou o caminho da PE-103, de onde acessaram a BR-101, até a zona rural de Água Preta, onde se desfizeram do corpo da vítima.

O corpo de Severina Natalícia da Silva só foi localizado no dia 23 de dezembro. Os restos mortais estavam carbonizados, de modo que o reconhecimento foi possível através da análise de DNA e da presença de pertences da vítima no local.

Durante a realização de exames de raios-x, foram identificados projéteis de revólver calibre 38 na região da cabeça, pescoço e ombro da vítima. O Instituto de Criminalística colheu esses projéteis para efetuar exames de perícia balística que apontaram, ao longo da investigação, que os disparos eram compatíveis com uma arma apreendida na casa do réu Valdomiro.

Outro registro que ajudou a desvendar a linha do tempo do crime foi a identificação das antenas de telecomunicação utilizadas pelos telefones celulares em poder dos primos. O registro fornecido pela operadora demonstra que na data do crime, os réus realizaram diversas ligações entre si; e que os celulares usados pelos primos estavam na área de cobertura correspondente ao local do crime entre o final da noite de 5 de dezembro e a madrugada de 6 de dezembro.

Por fim, a investigação policial constatou que os suspeitos se desfizeram dos telefones celulares que usavam poucos dias após os crimes, sob alegação de perda ou extravio, mas sem registrar boletins de ocorrência sobre os fatos.

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